Native Ads: Sua publicidade aceita pelo público

Publicado por em 06/07/2015 às 11h04

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Na época das redes sociais, filmes on demand e filtros de conteúdo, é muito difícil forçar o público a consumir qualquer conteúdo que não lhe chame a atenção, especialmente quando tal conteúdo é publicidade. O tempo em que não dava para fugir das propagandas passou e, agora, o consumidor só as verá se tiver vontade. E, caso se sinta forçado, é capaz de se revoltar com o anunciante. Sendo assim, como fazer sua publicidade ser efetiva?

E aí que entram os conceitos de Native Ads e publieditorial. Em um tempo em que o conteúdo é o que há de mais importante para o consumidor, essas novas formas de fazer publicidade misturam as técnicas de produção de conteúdo e propaganda de forma a não assustar usuários da internet e, ainda, fazer com que eles se interessem pelo o que sua empresa tem a dizer. Tentador, não é?

Publicidade na linguagem certa

native adsO princípio dos Native Ads – native advertising ou publicidade nativa – é fazer a comunicação publicitária usando a linguagem do veiculador do anúncio para que o consumidor veja a propaganda como parte do conteúdo. Por exemplo, a publicidade nativa do Facebook é um post patrocinado. Ao invés de um banner ou outra forma de anunciar, você pode fazer um post normal – como aqueles feitos por usuários domésticos – e fazer com que ele apareça para seu público alvo.

Falando assim, pode parecer que os Native Ads são uma forma de enganar o público o fazendo acreditar que está consumindo o conteúdo normal de sua rede social favorita. No entanto, os posts patrocinados são identificados como tal, alertando o internauta de que ele está consumindo publicidade. Mas sabe qual é a melhor parte? Ele não liga! Pois, dessa forma, não sente que o conteúdo publicitário não é invasivo e não está tentando forçá-lo a comprar alguma coisa.

É um conceito muito parecido com o do publieditorial! Alguns anunciantes perceberam que comprar uma página para anúncio em revistas já não estava funcionando tão bem. Pensando assim, pensaram “e se houvesse uma reportagem sobre minha empresa nessa revista?”.  Afinal, quem compra uma revista, compra para ler suas reportagens e textos opinativos. Dessa forma, estariam mais confortáveis com a ideia de consumir a informação oferecida pela empresa.

Sem conteúdo não adianta

native adsJá foi mencionado nesse texto que o consumidor não gosta de se sentir enganado. Por isso, não adianta jogar qualquer conteúdo e esperar que dê resultado. Subestimar os clientes é muito perigoso e pode resultar em total rejeição. Ao fazer um post patrocinado no Facebook, por exemplo, não use a clássica linguagem de vendedor “compre já” e afins. Seduza o leitor com uma boa imagem, ofereça a solução para seus problemas – mesmo que até então ele não soubesse que havia um problema para ser solucionado.

O mesmo vale para o publieditorial. Se todo o texto for uma mensagem de marketing sem nenhuma informação diferente o mais provável é que o consumidor avance algumas páginas da revista ou procure outro post no blog em questão. É importante despertar o interesse do consumidor, e a melhor forma de fazer isso é garantir que o leitor crie identificação com o conteúdo. Sempre, é claro, deixar claro que a sua marca irá resolver seus problemas e ajudá-lo a atingir seus objetivos.

Já sabe, então, como fazer com que seu leitor queira consumir seu conteúdo? Para mais dicas, basta continuar seguindo o SitePX e receber o que há de melhor sobre empreendedorismo e como criar um site de sucesso!

Categoria: Conteúdo, Marketing Digital
Tags: blog, facebook, marketing, native ads, publicidade, publieditorial, SitePX

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